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Thursday, August 20, 2009

HOuve aqui!

COLUNA SEMANAL
or Gabrielle Machado

Daqui um mês mais ou menos tem mais uma
Invasão Sueca!Portanto vou falar um pouco das bandas
que irão se apresentar e de mais algumas descobertas minhas!
Após quatro anos de sucesso, o festival realizado pelo
Coquetel Molotov em parceria com o governo sueco trás
para o Brasil as seguintes bandas: Those Dancing Days,
Britta Persson e Loney, Dear. Eles farão apresentações
em São Paulo, Fortaleza e Porto Alegre.
Mais informações dos shows aqui e ali.

Bom, agora as bandas em si. O Those Dancing Days
é uma banda de meninas que se conheceram na escola
e eu já planejava falar delas por aqui.
Elas são de Estocolmo e fazem um som característico
dos grupos femininos dos anos 60.
Logo que descobri o que elas cantavam já fiquei
com um pouco de preguiça de escutá-las
porque já pensei que seriam as novas Pipettes,
que eu até gosto, mas acho um pouco caricato demais.
Mas passado esse momento de preconceito eu ouvi
o material das meninas e gostei bastante,
até porque elas não se vestem com vestidos de bolinha
e não usam laquê no cabelo, como as londrinas do The Pipettes.
As músicas têm a sonoridade característica dos anos 60,
mas trazem uma modernidade suave (com os teclados meio
psicodélicos e batidas eletrônicas em algumas faixas,
como se os anos 80 estivessem agitando um pouco a “calmaria”
e mesmice desses grupos de meninas dos anos 60)
que às vezes pode até passar despercebida.
O primeiro álbum foi lançado ano passado e chama In Our Space Hero Suits
e as faixas que eu mais gosto são: Run Run, Hitten,
Falling in Fall e Home Sweet Home.

Já a Britta Persson é uma cantora de 26 anos que tem
alguns EPs lançados e dois álbuns, o primeiro,
lançado em 2006 se chama Top Quality Bones and A Little Terrorist
e o segundo, lançado ano passado é o Kill Hollywood Me.
A voz dela é leve e bem gostosa de ouvir, um pouco como a Laura Marling,
mas não tão doce quanto a inglesa. As músicas são bem folk na
primeira ouvida, mas dá pra perceber, em algumas faixas,
uma batida mais eletrônica e uma pitada de, mais uma vez, anos 80.
Talvez seja devido à influência que o pop tem nos suecos,
já que tantas bandas realizam no país trabalhos de grande qualidade no gênero.
As minhas músicas preferidas da Britta são: Winter Tour,
In Or Out e Kill Hollywood Me.

Loney, Dear é o pseudônimo usado por Emil Svanängen,
multi-instrumentista, cantor e compositor.
Ele também pode ser considerado um técnico de som/produtor musical,
já que seus primeiros álbuns foram gravados por ele mesmo,
no porão da casa dos pais. Eu simplesmente amo o tipo de música que
ele faz: letras boas, música muito bem produzida, instrumentos
tocados lindamente, arranjos gostosos de ouvir.
Gosto mais ainda da relação que ele tem com a música,
como se ela fosse o seu Deus (ele fala um pouco disso no site dele).
Ele tem 4 álbuns gravados e lançados por ele mesmo e outros
dois já como contratado de gravadoras, eles são Loney, Noir(2007)
e Dear John(2009). As faixas que eu não consigo parar
de ouvir são: Sinister in a State of Hope, I am John,
The City The Airport e Ignorant Boy.

Também da Suécia (deve ter alguma coisa na água desse país
que faz com que as pessoas façam boa música, é incrível
a quantidade de bandas boas fazendo coisas novas por lá) ,
mas que não vai participar da Invasão Sueca, tem a Miss Li,
pseudônimo da cantora Linda Carlsson, de 27 anos.
Eu demorei um pouco pra descobrir o que ela me lembrava,
mas sabia que tinha a ver com a música feita nos Estados Unidos
nos anos 20 e 30. Os instrumentos de sopro são tocados de um jeito
peculiar dessa época, o que me surpreendeu um pouco,
porque a música que ela canta tem uma batida pop, mas ao mesmo
tempo parece que saiu de um musical hollywoodiano.
Faltando algumas músicas pra terminar de ouvir o
álbum Best Of 061122-071122 a Miss Li me ajudou a perceber
as influências da música que ela faz: era um cover da ótima Goodmorning ,
música que faz parte de uma das seqüências que eu mais
amo no cinema, do filme Cantando na Chuva.
O cd todo é muito bom, divertido até.
As melhores faixas são: Goodmorning (claro), Oh Boy,
Let Her Go, Why Don’t You Love Me,
Gotta Leave My Troubles Behind e I’m Sorry, He’s Mine.


FALE COM ELA:
gabibilly@gmail.com

Saturday, August 08, 2009

Argentina e Califórnia.

COLUNA SEMANAL
de Gabrielle Machado

Já tem algum tempo que eu tenho procurado bandas e cantores argentinos.
Alguns dias atrás eu descobri o Sebastián Rubin,
cantor argentino que liderava a banda Grand Prix,
que fez bastante sucesso, principalmente na Europa,
entre 2002 e 2003. A banda se desfez e Rubin voltou
para a Argentina para fazer carreira solo.
Desde 2004 ele lançou quatro álbuns, entre eles Componé,
ladrón (2004) que está disponibilizado em seu site para
download gratuito, com ótimas músicas próprias e alguns covers.
Neste ano, Rubin lançou Desayuno de Campeones,
disco com faixas que mostram que ele sabe fazer pop rock muito bem,
com algumas pitadas do indie rock que o Grand Prix fazia.
As músicas são leves e gostosas de ouvir,
entre elas, as ótimas: Yo Me Quiero Enamorar,
El Genio de La Soledad e Del Lado Del Sol.



Ainda da Argentina tem o grande El Mató a um Policía Motorizado
(ótimo nome!), banda formada em 2003,
com ótimas guitarras distorcidas e melodias bonitas
e influência de Sonic Youth, Velvet Underground, Yo La Tengo, etc...
As músicas são ótimas e é uma pena que mesmo sendo de tão
perto eles não sejam tão conhecidos pelos brasileiros.
Dizem que as apresentações ao vivo são muito boas
e muito melhores do que os álbuns (como deveria ser sempre, né?).
El Mato já lançou um LP e três EPs e as
minhas músicas favoritas são:
Chica Rutera, Doctor a Muerte,
El Rey de La TV Italiana e Vienen Bajando.



Outra banda que eu tenho ouvido muito é o Coconut Records,
da Califórnia, que é mais um projeto solo com vários
colaboradores do que uma banda em si. Esse projeto
foi idealizado por Jason Schwartzman,
ator americano que fez, entre outros filmes,
The Darjeeling Limited, do diretor Wes Anderson
(amo os filmes dele, a direção de arte é
muito bem feita- tudo é lindo e bem pensado).
A “banda” começou em 2006 e já lançou dois álbuns:
Nighttiming (2007) e Davy (2009).
As músicas são um pop rock com influências de
bandas independentes americanas, um pouco como o Sebastian Rubin.
Em algumas faixas eu sinto o mesmo clima calmo,
como se fosse de férias, que o Little Joy me passa,
como em Back to you e Microphone.
Em sua maioria as faixas são leves e gostosas de ouvir
em qualquer momento. Entre as que eu mais gosto estão essas:
Drummer, I am Young, West Coast e The Summer.

para falar com ela:
gabibilly@gmail.com

Monday, August 03, 2009

Escuta aqui!

COLUNA SEMANAL
por Gabrielle Machado

A Band of Skulls é nova, formada no ano passado,
mas o som tem a qualidade das bandas dos anos 70.
Lançaram álbum em março desse ano,
chamado Baby Darling Doll Face Honey.
As faixas têm o peso que um bom rock combinado
com blues pode ter. Logo que ouvi achei bem parecido
com o Wolfmother, banda australiana que faz um
hard rock bem característico dos anos 70,
como Led Zepellin, The Who, Pink Floyd e outros.
A diferença do Band of Skulls é que também
podemos perceber um toque de White Stripes
e a ótima fusão de vocal feminino e
masculino em diversas faixas.
O cd inteiro é muito bom e as minhas preferidas
são I Know What I Am, Honest,
Death By Diamonds and Pearls, Patterns e Blood.

De Nova York, mais uma banda ótima que surgiu
no Brooklyn e faz parte, assim como o
The Pains of Being Pure at Heart
(que eu falei semana passada),
de uma nova safra de grandes bandas de rock americanas:
Crystal Stilts. Eles já têm alguns singles e EPs lançados
e o primeiro álbum, que saiu ano passado,
chama Alight of Night. O som que eles fazem
é um pop rock anos 80, que eu gosto de imaginar
como sendo um Joy Division menos melancólico.
A voz do vocalista é meio arrastada e grave e
me lembra bastante o Ian Curtis, vocalista do Joy Division.
Do Alight of Night as minhas preferidas
são The Dazzled, Crystal Stilts e The SinKing.
Tem também a ótima Sugarbaby, que vale muito pelo clipe,
onde eles pegaram um vídeo do youtube com umas meninas dançando
e colocaram a música em cima. Ficou muito bom!

E pra quem gosta de Yo La Tengo a dica é o cd novo,
Popular Songs, com lançamento previsto pra 8 de setembro,
mas que já vazou na internet. O Yo La Tengo é uma das bandas
que eu mais gosto e escuto. São americanos e já lançaram
inúmeros cds desde sua formação, em 1984.
São famosos por não se prenderem à um gênero musical,
mas sim de misturarem de forma genial rock,
pop, punk, folk, música eletrônica, etc...
Popular Songs é um álbum maravilhoso,
com músicas lindas. Recomendo ouvir ele inteiro,
de uma vez só. Não consigo escolher as minhas preferidas,
teria que dizer que prefiro o disco todo!
Espero ansiosamente pelo dia 8 de setembro,
para poder comprar um exemplar, de preferência de vinil,
e colocar na vitrola pra ouvir!

PARA FALAR COM ELA:
gabibilly@gmail.com
EEE!!!

Saturday, July 25, 2009

E mais isso tudo!

COLUNA SEMANAL
por Gabrielle Machado


Hoje eu vou falar da Laura Marling,
que mencionei no post passado.
Ela já fez participações com várias bandas,
entre elas, o Noah and the Whale,
e no começo do ano passado lançou álbum solo,
chamado Alias I Cannot Swim. Laura tem 19 anos,
é da Inglaterra e tem uma voz muito doce.
As participações que faz deixam as músicas
mais lúdicas e bonitas, como por exemplo em Young Love,
do Mystery Jets. O timbre da voz dela às vezes me
lembra um pouco a Joan Baez, que eu amo.
É difícil falar as faixas que eu prefiro,
porque eu realmente gosto do cd como um todo
(coisa rara de acontecer comigo),
mas as que eu tenho mais escutado são: Ghosts,
Tap at My Window, My Maniac and I e Old Stone.

E agora, saindo um pouco da Europa,
eu tenho ouvido bastante o The Pains of Being Pure At Heart,
banda independente de Nova York. O primeiro álbum lançado
foi no começo desse ano, com o mesmo nome da banda
(ótimo nome, aliás). O som deles é aquele rock indie bem feito,
animado, com boas melodias, que deixam você cantarolando o dia todo.
Às vezes algumas faixas dão a impressão de serem mais do mesmo,
um pouco iguais demais, mas isso não faz com que não seja um bom trabalho.
Ao contrário, acho que é um bom cd, ótimo pra ouvir bebendo com os amigos,
dando risada, aproveitando o tempo de uma forma boa.
As minhas preferidas são Young Adult Friction,
This Love Is Fucking Right e Come Saturday.

Por último tem o Dear Reader, da África do Sul.
Em 2006, quando se juntaram, a banda se chamava Harris Tweed e,
com esse nome lançaram o primeiro cd, The Younger.
Já com o nome novo, eles lançam o ótimo Replace Why With Funny,
com muitas faixas boas. As que eu mais gosto são Bend, Great White Bear,
Dearheart e What We Wanted. Como a Laura Marling,
eu gosto do cd deles como um todo, é gostoso de ouvir e
tenho a sensação de ser levada pelas faixas pela voz da vocalista,
que é doce, mas ao mesmo tempo energética.
Recomendo muito esse álbum!(e o site deles é muito lindo!)

PARA FALAR COM ELA:
gabibilly@gmail.com

Saturday, July 18, 2009

Só a Gabi para nos fazer ouvir, assim:

COLUNA SEMANAL

Florence Welsh é o nome da cantora inglesa que eu não paro de ouvir.
Ela se apresenta com a banda, Florence and the Machine,
e tem sido muito elogiada pela mídia britânica,
principalmente pela BBC. Seu primeiro álbum, Lungs,
foi lançado semana passada, dia 6 de julho, e desde então
tenho escutado todos os dias! Já tinha ouvido os singles,
mas queria ouvir o trabalho todo.
A voz dela é o que mais me cativa, muito poderosa.
Das faixas do álbum, as minhas preferidas são as que mostram
mais o quão bem ela canta, como por exemplo:
Dog Days Are Over, Girl With One Eye, My Boy Builds Coffins e Bird Song.
Mas além da voz linda, as letras são muito boas e as melodias
muito bem cuidadas. Por receber tantos elogios antes
mesmo do primeiro cd ser lançado, a produção de Lungs foi grande e cara,
gerando uma grande expectativa pelo público e crítica.
O álbum foi parcialmente bem recebido, mas tem quem
acha que a quantidade de instrumentos esconde o fato
de que os acordes são fracos. Na minha opinião isso acontece
em algumas faixas, mas nada que faça com que o cd fique em si, fraco.
Até porque é o primeiro trabalho da Florence.
Ah, outra dica é o cover que ela fez de Hospital Beds,
da banda americana Cold War Kids.

Ainda na Inglaterra, outra banda que eu tenho ouvido muito é Noah and the Whale.
O primeiro álbum lançado, em 2008, é o ótimo Peaceful, The World Lays Me Down,
com participação da Laura Marling. Sempre que eu escuto esse cd eu me
imagino viajando, de carro, passando por paisagens bonitas, com sol e amigos.
Já o segundo álbum, The First Days of Spring, com lançamento oficial para 31 de agosto
desse ano (mas que já vazou na internet) é mais calmo e fala sobre relacionamentos.
É muito bom também, mas ainda prefiro as músicas mais animadas do primeiro.
Entre as que eu mais gosto, dos dois cds, estão 5 Years Time,
2 Atoms in a Molecule, Rocks and Daggers, Love of an Orchestra e Blue Skies.

E por último tem a nova banda do Jack White,
do White Stripes, chamada The Dead Weather.
Fazem parte, além do Jack White, Alison Mosshart (The Kills),
Dean Fertita (Queens of the Stone Age) e Jack Lawrence (The Racounters).
O cd, Horehound, lançado há três dias tem recebido ótimas críticas.
E merece, já que é realmente muito bom, se você gosta de
rock com um pouco de country, punk, blues,
tudo misturado, às vezes meio cru.
Eu amo, e achei que o cd está muito bem acabado,
com ótimas letras e melodias diferentes e marcantes.
Por enquanto, as minhas preferidas são I Cut Like a Buffalo ,
Hang You From the Heavens e Bone House.

FALE COM ELA:
gabibilly@gmail.com

Thursday, July 09, 2009

+ músicas de Gabrielle Machado.

COLUNA SEMANAL
o que Gabi ouve:

Hoje eu vou falar um pouco mais de bandas suecas.
A Lykke Li me fez lembrar de outras coisas bem legais
que estão sendo feitas por lá.
A primeira delas é o Shout ou Louds,
que lançou seu primeiro cd em 2003,
o Howl Howl Gaff Gaff .
Em 2007 eles lançaram seu segundo álbum, o Our Ill Wills .
O som que eles fazem tem muita influência do
The Cure e um pouco de Morrisey também.
A música Very Loud faz parte da trilha do filme Nick and Norah’s Infinate Playlist
(muito legal e com trilha sonora ótima- tem o Bishop Allen, Vampire Weekend, entre muitos outros).
Eles já estiveram no Brasil, no ano passado,
para a Invasão Sueca, um projeto em conjunto com o governo da Suécia
que possibilita que os artistas do país façam turnês
em diversos lugares do mundo, entre ele, o Brasil.
Outra banda que já ta há algum tempo fazendo seu trabalho
é o The Concretes, bem popular na cena indie de Estocolmo.
O primeiro álbum lançado foi o Boyoubetterunow
em 2000 e estão gravando um novo para ser lançado ainda esse ano.
As músicas são simples, bem arranjadas e gostosas de ouvir.
Por último tem a Ida Maria, que não é sueca, é norueguesa,
mas mora em Estocolmo.
A música dela é um rock mais cru e a voz dela me
lembra muito a Julliete Lewis, do Juliette and the Licks (que eu adoro).
Ida tem um álbum lançado, o Fortress Round My Heart, de 2008.
Entre as faixas que eu mais gosto estão Oh My God, Stella
e I Like You So Much Better When You’re Naked.

PARA FALAR COM A GABI...gabibilly@gmail.com

Friday, July 03, 2009

Machado, Gabrielle

Gabi é minha cliente/amiga e apartir de hoje também
colaboradora desse blog. Escreverá semanalmente sobre música.
Já que LP confessa, não tardiamente que de música não entende.
Espero que gostem das dicas dela porque eu simplesmente amei!


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Bom, eu to ouvindo mto mto essa moça que chama Lykke Li,
tem umas músicas bem fofinhas e calmas,
um amor!Ela é da Suécia.

Tem também o Camera Obscura e o Bishop Allen.
O Camera Obscura tem umas músicas que me lembram
um pouco o Roberto Carlos, meio Garotas Suecas, sabe?
Enfim, não sei se vc já escutou, mas eu adoro a French Navy,
muito bonitinha. O Bishop Allen é mais animadinho,
gosto bastante tb, e tenho escutado bastante
a The Lion and the teacup.
Eles me lembram um pouco a Band Marino,
bem legal tb.

E por último tem o Phoenix, beem legal tb,
lançaram cd novo esse ano.
E se vc gosta de uma coisa mais folk tem o
The Felice Brothers, dos USA, beeem legal,
umas músicas animadas e meio country/folk!
E ah, só pra não esquecer, não sei se vc gosta de Bob Dylan,
mas o último cd dele tá foda!
Principalmente a música Beyond here lies nothing...mto boaaa!
Usaram na minha série favorita, True Blood!ótima tb,
por sinal, se der, assistaaa!


[PARA FAZER CONTATO: gabibilly@gmail.com]

Friday, May 01, 2009

Sonhei com esta música.

Ontem voltamos lá.
Assim, de última hora.
Sentamos no coro e eu aos poucos
fui me acalmando. Me deixando levar.
Ou contaminar.
Ontem tinha piano.
Aqui em casa também há.
Caetano toca para eu acordar.

Tuesday, March 31, 2009